Um dia que começou ruim mas até que foi bom

Começamos com andanças e cansaço. Os ônibus cheios, não admito ficar em pé e ainda ter trilha sonora. Não admito, também, pagar mais caro e ter que esperar um tempão. Andei, andei, e mais ônibus cheios. Já ia me batendo um leve desespero , até que veio, finalmente , algo bilhetável com lugar para – a essa altura – descansar. A cena típica de chegar no ponto do segundo ônibus e ver o que veio lá da minha rua, vazio, chegando.  Segundo ônibus, motorista com caixinha de som, tava baixa, mas ainda é putaria isso. Acho que virou padrão da Ideal essas caixinhas, devem distribuir ai pros funcionários no lugar de kit refeição. Todos ficam felizes né. Trocador com pipiprawl. Achei que “é hoje”. Algumas moças bonitas ao redor. É, só essa faculdade mesmo pra eu ver tantas beldades. Ao menos só fiquei em pé no segundo ônibus que chega rapidinho. Chegaria, se não andasse como uma lesma, fazendo 1/3 do caminho na mesma tempo que o primeiro ônibus fez 2/3. Soube, ainda no ponto, da recepção aos calouros. Fiquei lá, me perguntando se deveria ir, lembrei do post sobre a diferença entre o acaso visto pelo homem (sorte) e a mulher (destino), e, isso sendo uma vil oportunidade, deveria explorá-la, apesar de ter quase certeza que não daria em nada. Correria, chamei um amigo (via gmail) para ir no tal evento. Descobri que vou ficar sem receber . Revolta… Incontrolável, mesmo sabendo não ser culpa daquele que me notificava, a culpa é do sistema. A recepção foi diferente do que eu pensava, era com todas as engenharias, muitas pessoas, nada de conhecer os futuros calouros do próprio curso, mas fiquei lá papeando um pouco e foi ok. Encontrei o Ian na hora do almoço e ganhei carona pra voltar ao trabalho. À tarde, não rendeu nada meu trabalho, então decidi fazer algo di diferente, caí fora e me arrisquei ir no LIG e achei de novo o Ian. Arrastei-lho para ir aleatoriamente na Urca, foi bom que passamos pela Ponte do Saber, vi navios enormes e a vista da Perimetral, que pode ter sido a última vez, já que, cedo ou tarde, a gente vai se encontrar ela será demolida. Então papeamos bastante, mais caminhadas (já estava exausto), comi mandioquinha no BOM Giraffas. Voltei pela São Clemente, onde vi pessoas fazendo coisas estranhas (aqueles números de circo de ficar enrolado num pano (procurei por circo pano altura e descobri que o nome é “Tecido”), aparentemente era uma aula disso). Estava à bordo do ônibus estranho de chão rebaixado, as pessoas parecem anãs lá de cima. Por sinal, os dois ônibus que peguei pra voltar (num RÉCORDE de pouco menos de 1 hora e meia) estavam com a roleta errada (524 com 176 e 748 com 732, esse por sinal, trocou o comum pelo raro, vai saber), viajei bastante ouvindo trance, ainda mais com a bela lua nova que estava se exibindo nesta noite.

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