Meu direito termina quando começa o do funkeiro

Ontem fui abençoado com festinha tarde da noite com direito a caixas de som para pessoas bêbadas falarem no microfone. E, na outra ponta da casa, podia ouvir muitas motos entrando e saindo do condomínio tocando funk alto. É de se desconfiar o que tanto carregavam . Porque não basta ser traficante, tem que colocar música alta de madrugada e “tunar” a moto pro motor roncar à beça, acelerando totalmente sem necessidade numa rua residencial. E, no condomínio ao lado, também não existe a possibilidade de se divertir de forma discreta sem incomodar os outros. Tem que ser na base da bagunça. Isso é Rio de Janeiro.

Zona RJ

Ontem me aborreci bastante com a gritaria até além de meia noite aqui. Um pouco antes, outra casa tocando música crente alto, com uma das habitantes, cujo namorado foi preso, cantando. Hoje, no condomínio do lado, também uma festinha com música alta pra caramba, não chegando alto aqui, apenas audível, mas me preocupa quando chegar minha vez do revezamento, porque, aparentemente, esse condomínio usa várias de suas casas para dar festas, uma diferente a cada fim de semana.

Agora, aparentemente um som mais potente e mais longe, provavelmente da casa de shows Laduma, começou uma zoeira também.  E assim vamos aturando a barulheira sem limites da cidade do Rio de Janeiro, sem fiscalização, sem bom senso e sem respeito.